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  • 20 AGO

    REMÉDIOS NATURAIS PARA ELIMINAR OS GASES

    gases

    Uns dos grandes problemas do sistema digestivo são as flatulências, os gases estomacais e intestinais, os quais podem ser provocados por diversas razões.
    O problema afeta muitas pessoas sem importar a idade.
    Os gases e seus desagradáveis odores, podem ser causados por diferentes alimentos que consumimos diariamente e que ao nos cair pesado podem provocar esta reação.

    Sintomas de gases estomacais
    -Desconforto gástrico
    -Arrotos
    -Estômago alto
    -Sensação de peso no estômago
    -Pode haver azia
    -Pode haver falta de ar
    -Pode haver fisgada no peito, como se o coração fosse afetado

    Sintomas de gases intestinais
    -Dor abdominal intensa, por vezes em forma de pontada
    -Inchaço abdominal
    -Barriga dura
    -Flatulência
    -Prisão de ventre
    -Cólica intestinal

    Estes sintomas podem variar de intensidade de acordo com a sensibilidade do indivíduo.

    O que pode nos produzir os gases?

    >A lactose
    O leite integral é um grande produtor de gases, tem pessoas que são sensíveis a este alimento e não podem consumi-lo. É recomendável o leite sem lactose ou desnatado, desta maneira se evita este inconveniente.

    >A prisão de ventre
    As pessoas que sofrem de prisão de ventre tem a maior possibilidade de ter, com maior frequência, episódios de flatulências ou gases, uma vez que seu trânsito intestinal é muito lento e tem muita acumulação de resíduos no seu organismo.

    >Outros:
    -ingerir  alimentos muito picantes
    -sofrer de stress (produz muito ácido)
    -aspirar muito ar enquanto ingere os alimentos
    -mastigação ineficiente, forma e velocidade com que se come

     Remédios caseiros para controlar a produção de gases:

    A raiz de gengibre
    Beber chá de gengibre, comer uma colher de sopa de gengibre ralado antes das refeições ou acrescentar pequenas quantidades secas ou frescas nas comidas já prontas, ajuda de forma eficaz a controlar e aliviar o problema dos gases estomacais.

    As sementes de cominho
    Esta é uma especiaria para acrescentar nas comidas que geralmente podem provocar gases. São sementes que tem a capacidade de estimular a correta digestão evitando os gases e as cólicas.

    O alho
    Utiliza-lo como remédio caseiro é muito útil para melhorar a digestão e controlar os gases do estômago. Para que seu efeito seja o esperado é importante consumir fresco, seja sozinho ou colocado na comida como um condimento a mais.

    O chá de dente de leão
    Esta é uma planta medicinal muito comum e com vários benefícios para muitos problemas de saúde, entre estes benefícios podemos encontrar os relacionados com a digestão. Bebendo o chá um pouco antes das principais refeições se evita o excesso de gases. Também é possível colocar nos alimentos já preparados como uma espécie de condimento, para isso é preciso secar e triturá-la.

    A salsa
    A salsa, seja fresca ou seca no alimento, é um remédio caseiro muito efetivo para controlar a produção de gases no intestino.

    O carvão ativado
    O carvão pode absorver o ar que se encontra nos intestinos e que provocam flatulências, é recomendável tomar este suplemento antes de cada refeição, isso previne a formação de gases.

    O suco de limão
    O limão possui uma grande quantidade de propriedades curativas que se pode aplicar a muitas doenças, principalmente aquelas que estão relacionadas com o trato digestivo, se adotarmos o costume de tomar um suco de limão antes e depois de cada refeição notaremos uma mudança quase que imediata na produção de gases.

    O chá de camomila
    O chá de camomila tem a capacidade de relaxar o estômago, ajudando desta maneira a evitar que se formem grandes quantidades de gases, melhorando a atividade digestiva de forma natural e efetiva.

    A infusão de anis
    O anis tem uma grande capacidade de acabar com os gases e a dor de estômago que estes podem provocar, para isso ferver uma xícara de água, baixar o fogo e acrescentar uma colher de sopa de anis em pó. Deixar repousar antes de beber. Esse procedimento deve ser feito todos os dias para uma efetiva diminuição dos gases.

    Outras recomendações para evitar os gases:

    >Comer alimentos que contenham probióticos.
    O consumo de alimentos que contenham probióticos ou de algum suplemento probióticos é uma excelente ideia para melhorar os sintomas dos gases, e também ajudam a manter a boa saúde do cólon e de todo o organismo em geral.

    >Compressas de água quente.
    Se  temos uma grande acumulação de gases que não podemos evacuar de maneira nenhuma, podemos esquentar água em uma panela e molhar uma toalha, retiramos o excesso de água e a colocamos sobre o abdômen. Repetimos a ação com a compressa quente até que o abdômen  relaxe e as dores desapareçam.

    >Caminhadas.
    Fazer caminhada de 30 a 40 minutos.

    >Mastigar lentamente.
    Comer devagar, evitando engolir ar quando engole a comida e a bebida.

    >Água
    Beber, no mínimo, 1,5 litro de água por dia.

    Como se pode notar, existem diversas maneiras de evitar e aliviar os gases, o que você precisa fazer é decidir qual é o tratamento que mais lhe convém realizar, e fazê-lo constantemente para obter os resultados esperados. Com certeza você irá notar a melhora de imediato!

    Fonte:
    http://melhorcomsaude.com/remedios-naturais-para-eliminar-os-gases/
    http://www.tuasaude.com/sintomas-de-gases/

  • 13 AGO

    EXERCÍCIOS PARA A SAÚDE

    mexa-se

    Eleve a frequência cardíaca para combater infarto, colesterol alto e hipertensão, mas os benefícios da atividade física não ficam restritos ao coração.

    Para garantir um coração saudável, os médicos recomendam um remédio milagroso: movimentar o corpo.
    Quando fazemos exercícios regularmente, o coração trabalha com mais eficiência e sem ter que fazer tanto esforço. O sangue flui melhor e as artérias e vasos ficam mais flexíveis e saudáveis. Tudo isso previne o risco de doenças cardiovasculares, como infarto, colesterol alto, derrame e hipertensão. Para favorecer o sistema cardiovascular, os exercícios precisam elevar a frequência cardíaca. É o caso da caminhada, da bicicleta, da natação, corrida, etc..

    Hoje em dia, é lugar-comum escrever ou dizer que a prática regular de exercícios físicos traz benefícios à saúde. Observamos que os aspectos mais abordados pelos jornais e revistas dizem respeito à saúde do coração e aos benefícios estéticos e funcionais. Mas, felizmente, as vantagens são mais amplas.
    Diversos grandes estudos científicos mostraram a variedade de benefícios para a nossa saúde:

    • Doenças cardiovasculares: na prevenção e também no tratamento de hipertensão arterial, doença coronariana, insuficiência cardíaca e doença cerebrovascular

    • Doenças metabólicas: na prevenção e como ponto central do tratamento da síndrome metabólica, do diabetes tipo II (não-insulino-dependente), da obesidade e das dislipidemias (colesterol e triglicerídeos elevados)

    • Doenças respiratórias: na prevenção e no tratamento da asma brônquica e na cessação do hábito de fumar

    • Doenças neurológicas: na prevenção e no tratamento da doença de Alzheimer e outras doenças degenerativas, pois ajudam na cognição cerebral.

    • Doenças oncológicas: na prevenção de diversos tipos de câncer, como o de mama, intestino grosso (cólon), próstata e útero


    Esses efeitos ocorrem por uma série imensa de mecanismos. Os benefícios principais não se restringem a uma menor possibilidade de desenvolver doenças. Para os que já sofrem com elas, o exercício físico serve, muitas vezes, como um excelente meio de tratamento.

    Quer mais? Veja:
    >Autoestima: Além de todos os benefícios já falados, um ponto interessante e importante é a força que o exercício dá às pessoas com depressão ou com o ânimo lá em baixo.
    > Estresse: Quando um indivíduo está praticando atividades físicas, o corpo libera uma substância chamada endorfina que é responsável pelo bem estar, auto-estima, etc., assim esta pessoa pode ter muitas melhoras psicológicas e redução do estresse.
    >E, além disso tudo, os estudos são unânimes em apontar o prolongamento da vida como um efeito inequívoco da prática regular de exercícios.

    Tempo e frequência
    Você não precisa passar duas horas na academia todos os dias para proteger o coração. Mesmo pequenas quantidades de atividade física podem reduzir o risco de doença cardíaca, diz um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA).
    Segundo a pesquisa, praticar 150 minutos - o equivalente a duas horas e meia - de exercícios por semana diminui o risco de doença cardíaca em 14%. Essa porcentagem aumenta de acordo com a quantidade de exercícios praticados. "O mais importante é que faça com regularidade, pois seus efeitos benéficos não são mediatos, mas, sim, a médio e longo prazo", explica o cardiologista Cláudio Baptista, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE).

    Hidratação
    A reposição de água é superimportante para o organismo. A dica é beber água antes, durante e depois da caminhada.

    Exercícios: A escolha deve sua.
    A escolha da atividade física deve ser feita pelo próprio praticante, pois depende da preferência da pessoa. Sentir prazer ao realizá-la é essencial para a continuidade do exercício. 

    Caminhada ao ar livre
    Caminhar é um dos melhores exercícios físicos, um estudo feito na Universidade de Harvard revelou que este tipo de atividade reduz até 50% o risco de males cardíacos nas mulheres (Revista Saúde, Julho 2001).
    Para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. As passadas reduzem a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas seguintes. Essa foi a conclusão de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.
    Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. "Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas", explica o fisiologista Paulo Correia, da Unifesp.
    A caminhada também é um fator de proteção contra derrames e infarto. "Além de regular os níveis de colesterol no corpo, os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam", diz Paulo.

    Caminhe na esteira
    A caminhada em esteiras com velocidade entre 4,0 e 6,0 km/h (acima disso poderá prejudicar a coluna lombar) e com inclinação entre 2 e 12% (sem segurar na barra de apoio) é uma atividade cardiovascular excelente. "Ao mesmo tempo em que consegue elevar a frequência cardíaca para uma zona de treinamento mais eficaz do que uma caminhada normal, este tipo de treino tem uma sobrecarga articular muito menor para os tornozelos, joelhos e coluna do que o treino de corrida tradicional", explica o professor de educação física Paulo Mazzeu.

    Corrida 
    Ela afasta o risco de doenças cardiovasculares, como hipertensão e colesterol alto, graças ao condicionamento físico que a atividade proporciona. Sendo uma atividade aeróbica, a corrida de longa duração e baixa intensidade condiciona o coração.
    De acordo com o médico do esporte Ricardo Munir Nahaf, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), depois de algum tempo de prática, seu organismo passa a economizar energia para realizar algumas tarefas. Essa economia gerada pelo condicionamento físico é que impede que ele se sobrecarregue, facilitando o controle de pressão, colesterol e peso.
    Após duas ou três semanas, já é possível sentir a diferença da corrida no condicionamento físico. Até mesmo tarefas corriqueiras, como subir escadas, tornam-se mais fáceis. Como resultado, os afazeres ficam menos cansativos e mais prazerosos.

    Natação 
    São vários os benefícios de quem opta pela modalidade, principalmente quando se está fora de forma. Dois desses benefícios são o baixo impacto nas articulações e a melhora do processo cardiorrespiratório. .

     

    Fonte:
    http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/13905-aposte-nestes-exercicios-para-a-saude-do-seu-coracao
    http://www.minhavida.com.br/fitness/materias/13080-exercicio-fisico-melhora-a-saude-se-feito-com-frequencia
    http://www.sejamaisfeliz.com.br/si/site/0117/p/A%20import%C3%A2ncia%20dos%20exerc%C3%ADcios%20f%C3%ADsicos

  • 06 AGO

    SAIBA DIFERENCIAR A RINITE ALÉRGICA DO RESFRIADO E GRIPE

    rinite

    Frequentemente confundida com resfriado, a rinite alérgica costuma ser mal diagnosticada causando impacto na qualidade de vida do paciente.

    Espirros, coriza, nariz entupido, dor de cabeça, coceira no nariz, nos olhos, na garganta e no céu da boca. Para muita gente, esses são os sintomas de um resfriado, provocado, principalmente, pela mudança de temperatura que vem junto com a chegada do inverno. No entanto, esse diagnóstico não é tão simples como parece. Sintomas corriqueiros de resfriado remetem às alergias respiratórias, especificamente a rinite alérgica. Esta, quando não tratada adequadamente, pode causar falta de ar, voz anasalada, alterações do olfato e paladar, além de causar impacto direto na qualidade de vida do paciente.

    De acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 30% da população mundial sofre de algum tipo de alergia. Dados do Ministério da Saúde revelam que entre 10% a 25% da população brasileira tem rinite alérgica.

    Para quem sofre de alergia, o inverno traz desafios no controle da doença. Nesta época do ano, por passar muito tempo dentro de casa e em lugares fechados para se abrigar do frio, o alérgico fica em contato com vários alérgenos (substâncias que causam alergias), sendo necessário redobrar os cuidados contra os fungos, ácaros, poeira, pelo e saliva de animais domésticos, mofo, bolor, entre outros desencadeadores. Os vilões da alergia também não dão trégua ao ar livre, como a poluição do ar, resíduos de veículos e até o pólen das flores.

    “Vale ressaltar que a rinite alérgica não é uma infecção, mas um processo inflamatório de hipersensibilidade da mucosa que reveste o nariz. Não é contagiosa, não causa febre, não compromete o estado geral do paciente e costuma ter duração variável, dependendo da intensidade e frequência de exposição aos alérgenos” explica o médico Dirceu Solé, alergologista e imunologista, Professor Titular da Disciplina de Alergia, Imunologia Clínica e Reumatologia do Departamento de Pediatria da UNIFESP – EPM e diretor científico da ASBAI – Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia.

    Gripe e resfriado
    Ao contrário da rinite, o resfriado e a gripe são causados por vírus. Gripe e resfriados são doenças virais e vão muito além de um simples espirro. O primeiro é uma infecção que pode ser causada por inúmeros vírus, o mais comum é o Rhinovirus que desencadeia obstrução nasal, coriza, espirros e febre baixa. Já a gripe é ocasionada pelo vírus Influenza, que costuma provocar sintomas mais intensos que o resfriado como febre alta e dores no corpo, além da obstrução nasal, tosse e espirros.
    Embora os sintomas sejam semelhantes, os da gripe são bem mais intensos. Há até uma regra prática para distinguir uma enfermidade da outra. Se a pessoa foi trabalhar apesar do nariz escorrendo, do peso na cabeça e da irritação na garganta, não está com gripe, está resfriada. A gripe derruba a pessoa, deixa-a de cama, sem a menor condição de sair de casa e trabalhar.

    Rinite alérgica
    Por terem sintomas muito semelhantes, a rinite alérgica costuma ser diagnosticada como resfriado ou gripe. “A recorrência dos sintomas e a ausência de febre devem atentar o paciente para a possibilidade de rinite alérgica”, comenta Dirceu Solé. “Vale ressaltar que o próprio resfriado ou a gripe podem agravar a inflamação da mucosa nasal de pacientes com rinite, piorando os sintomas”, completa o especialista.

    Rinite Alérgica e o Inverno
    • Com a chegada do inverno, os quadros respiratórios tendem a serem mais frequentes, tanto os infecciosos (resfriados, gripes, rinossinusites) como os quadros alérgicos.

    • Nessa época do ano, situações comuns tendem a aumentar a incidência de alergia respiratória, como o uso de agasalhos de lã que ficaram guardados nos armários. Estas peças, guardadas por muito tempo, costumam ter um odor que é capaz de desencadear sintomas relacionados à rinite alérgica.

    • A variação brusca de temperatura pode ocasionar um quadro clínico típico de um processo alérgico. Por exemplo, ao acordar de manhã, a diferença de temperatura da cama aquecida e a do ar frio do quarto ou do banheiro pode fazer com que alguns indivíduos que têm rinite alérgica tenham crises de espirros, obstrução nasal ou coriza.

    Prevenção e Tratamento
    Para evitar ataques de alergias, como os da rinite alérgica, é importante tomar alguns cuidados simples. “Casacos e blusas de lã, companheiros nessa luta contra o frio, devem ser lavados antes de serem usados, pois, por estarem há tempos no armário, acumularam fungos e ácaros”, explica Ana Paula Moschione Castro, diretora  da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). Além disso, é importante manter as janelas abertas em algum momento do dia para facilitar a circulação do ar. Em dias secos, a dica é tomar muita água e higienizar o nariz com soro fisiológico.
    O tratamento da rinite alérgica pode ser dividido em controle do ambiente, com o objetivo de reduzir a exposição aos alérgenos aos quais o paciente é sensível, e medicamentoso, controlando sintomas e a inflamação da mucosa nasal. Nesses casos, os medicamentos mais frequentemente utilizados são os anti-histamínicos e corticosteroides intranasais. Consulte seu médico para o uso.

    Fontes:
    http://runnersworld.abril.com.br/noticias/saiba-diferenciar-rinite-alergica-resfriado-294696_p.shtml
    http://www.bolsademulher.com/saude-mulher/dicas-para-evitar-as-alergias-e-rinite-no-frio/
    http://drauziovarella.com.br/letras/r/rinite-alergica-2/

     





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